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- Res. Variáveis, Conceitos | SABER 360°
Resistores Variáveis O que é um resistor variável? Os resistores variáveis, permitem que o valor da sua resistência elétrica, possa ser alterado. Como vemos na figura 1, há muitos tipos de resistores variáveis, cada qual serve para uma determinada aplicação. Também na figura 1, vemos que há vários formatos para um determinado tipo, como por exemplo para os “Trimpot”. Os trimpot costumam ser componentes de pequeno tamanho, diferente dos reostatos por exemplo (a figura não está em escala). A variação da resistência, pode ser feita de diversas formas, como podemos ver nessa figura: Girando um eixo (potenciômetro), uma fenda (trimpots), ou ainda deslizando uma aba (potenciômetro deslizante e reostato). Embora a figura 1 mostre vários tipos de resistores variáveis, essa é na verdade, uma amostragem muito reduzida, pois esses componentes são encontrados nos mais diversos formatos e especificações, alguns reostatos por exemplo, são muito grandes e pesados. Resistores Variáveis - Módulo 3.5 Resitores Variáveis Resistores - Fixos Tabela de Cores - Módulo 3.2 Conceitos Básicos - Módulo 3.1 Valores Comerciais - Módulo 3.3 Materiais de Resistores - Módulo 3.4 Resistores - Variáveis Resist. Variáv. Conceito - Módulo 3.5 Definição Tipos de Resistores Variáveis Potenciômetro e Trimpot - Módulo 3.6 Reostato e Varistor - Módulo 3.7 Potenciômetro Digital e Fotoresistor Termistores NTC e TPC - Módulo 3.9 Resistores SMD - Módulo 3.10 Associação de Resitores - Módulo 3.11 T ipos de Resistores Variáveis: Há vários tipos de resistores variáveis, os mais comuns, e que veremos em detalhes, são mostrados a seguir: Potenciômetro, Trimpot, Resistor digital, Reostato, Varistor Termistor NTC, Termistor PTC Topo
- Potenciômetro e Trimpot | SABER 360°
Potenciômetro - Definição O Potenciômetro é um resistor variável, com 3 terminais, como visto na figura 2, e que pode ser ajustado pelo próprio usuário. O terminal do meio, é ligado ao eixo, de tal forma que, ao girá-lo, o cursor faz o mesmo movimento rotatório. Como Funciona um Potenciômetro? O potenciômetro é constituído de 3 terminais (veja figura 2). O valor máximo da resistência especificado (impresso no próprio corpo do componente), é dado entre os terminais 1 e 3 Ao terminal 2 é acoplado um eixo para acesso externo, e internamente a um cursor como mostrado na figura. Quando o usuário gira o eixo (normalmente tem um botão), o cursor gira também e com isso a resistência varia. Tipos de potenciômetros, em relação ao movimento do eixo. Quanto ao movimento os potenciômetros podem ser: Rotativos (figura 3, o primeiro, segundo e o terceiro) ou, Deslizantes (na figura 3 o quarto e o quinto). Tanto os potenciômetros rotativos, quanto os deslizantes, podem ser simples, ou duplos. Há também o Potenciômetro Duplo, com 2 eixos concêntricos, no qual os dois potenciômetros, podem ser ajustados individualmente. Repare que, na figura 3, o potenciômetro concêntrico, tem um ajuste feito pelo botão superior (preto) e, uma haste lateral (disco metálico), acionando o segundo potenciômetro Potenciômetros e Trimpot Módulo 3.6 Resitores Variáveis Resistores - Fixos Tabela de Cores - Módulo 3.2 Conceitos Básicos - Módulo 3.1 Valores Comerciais - Módulo 3.3 Materiais de Resistores - Módulo 3.4 Resistores - Variáveis Conceitos Básicos - Módulo 3.5 Potenciômetro e Trimpot - Módulo 3.6 Definição Potenciômetro Tipos de potenciômetro Trimpot Reostato e Varistor - Módulo 3.7 Potenciômetro Digital e Fotoresistor Termistores NTC e TPC - Módulo 3.9 Resistores SMD - Módulo 3.10 Associação de Resitores - Módulo 3.11 Tipos de potenciômetros, em relação à variação da resistência. Há dois tipos: Linear e Logarítmico No Potenciômetro Linear, a variação do valor da resistência, é linear. Por exemplo, em um resistor de 100 Ω, cada deslocamento de um décimo do cursor, varia a resistência em 10 Ω e, quando o cursor estiver no meio, será de 50 Ω. No Potenciômetro Logarítmico, a variação será logarítmica, ou seja, a varrição se dá de forma não linear. No exemplo acima, quando o cursor estiver no meio, a resistência será diferente de 50 Ω. O exemplo mais comum do uso de um potenciômetro logarítmico, é o botão de controle do volume de som, em um aparelho de áudio, rádio etc. O uso deste tipo de potenciômetro, é necessário porque, nosso ouvido, é sensível à intensidade do som, não em modo linear, mas, em uma escala logarítmica. Ligação dos terminais de um potenciômetro Refira-se à figura 4 - ao girar o eixo, a resistência varia, do valor máximo, dado pela resistência do potenciômetro (linear) a zero. Quando se usa os três terminais separados no circuito eletrônico (A), o potenciômetro funciona como se fossem 2 resistores separados. Um deles dado pelos terminais 1 e 2, e o outro resistor, pelos terminais 2 e 3. Neste caso funciona como um divisor de tensão (variação de voltagem). No entanto, se houver um curto-circuito (B) entre 2 pinos (1 e 2 ou 2 e 3), o potenciômetro se comporta como um resistor que varia, de um valor máximo, com o cursor todo voltado para o lado (1 e 2), a zero, com o cursor todo virado para o lado oposto (3). Neste caso, é usado para variação de corrente. Observações: - Como os potenciômetros têm valores de resistência variável, não há necessidade, de uma gama ampla de valores comerciais. O valor de resistência, normalmente vem marcado, no próprio corpo do potenciômetro. - Alguns potenciômetros, não são totalmente vedados, permitindo a entrada de poeira e humidade. Com o tempo, a variação da resistência, não é mais contínua. Em aparelhos de áudio, som, etc., o aumento ou diminuição do volume, vem acompanhado de ruído. Isto ocorre, por causa da poeira ou humidade. Se for possível, use “limpa contatos” internamente (não precisa desmontar). Muitas vezes, resolve o problema de ruído. Topo Trimpot O trimpot é também um resistor variável, com funcionamento e propósito, semelhante ao potenciômetro, figura 5. Normalmente, encontram-se dentro do equipamento, não ficando acessíveis ao usuário. Trimpot É usado, quando se necessita de ajustes no circuito eletrônico. Após o equipamento montado, se necessário, os trimpots são ajustados, e permanecem assim, não sendo necessário novo ajuste. É muito rara a situação, em que o técnico, precisa fazer alguma calibração nesse tipo de componente eletrônico, por isso evite mexer neles. Os trimpots podem ter vários formatos, como mostrado na figura 6. Trimpots fechados, não permitem que a poeira e humidade entrem, mantendo o valor de resistência inalterado. São mais caros, porém mais precisos. Podem ter uma só volta (na figura 6, trimpot fechado, o primeiro e o quarto), ou, multivoltas (o segundo e terceiro). No potenciômetro multivoltas, a variação do valor da resistência, é bem gradual, tornando-o mais preciso para ajustes finos. Trimpots abertos, por sua vez, são uma solução mais barata, porém, com o tempo, o valor de sua resistência, em função da poeira e humidade, pode variar. São, portanto, usados em equipamentos de baixo custo. Topo
- Configurações de transistores | SABER 360°
Configurações de transistor bipolar Os transistores bipolares podem ser configurados de diferentes maneiras. O motivo para isso é que, por ser um dispositivo de três terminais, existem basicamente três maneiras possíveis de co nectá-lo dentro de um circuito eletrônico, com um terminal comum à entrada e à saída. As três configurações são: Configuração base comum Configuração de Emissor Comum Configuração comum do coletor Aqui, faremos um resumo bem superficial destas 3 configurações, sem entrar em detalhes, pois não faz parte do propósito para o nível deste curso. A configuração de um transistor em base comum Na configuração da Base Comum, a base está aterrada e, é comum ao sinal de entrada do emissor (E) ao sinal de saída coletor, como mostra a figura 5. O sinal de entrada é aplicado entre a base dos transistores e os terminais do emissor, enquanto o sinal de saída correspondente é obtido entre a base e os terminais do coletor como mostrado. Como se observa na figura a corrente de entrada que flui do emissor é grande, pois é a soma da corrente de base e da corrente de coletor: Ie=Ib+Ic , Nesta configuração diz-se que o transistor apresenta um ganho de corrente Este tipo de arranjo de transistor não é muito comum. Geralmente é usado apenas em circuitos amplificadores de estágio único, ou amplificadores de frequência de rádio, devido à sua excelente resposta de alta frequência. Configuração de Transistores Módulo 8.2 Conceitos básicos - Módulo 8.1 O que é um Transistor Transistor Bipolar Símbolo Polarização transistor NPN Polarização transistor PNP Regiões Trans. Bipolar - Módulo 8.3 Configuração de transistores - Módulo 8.2 Configuração de transistor Bipolar Transistor Base Comum Transistor Emissor Comum Transistor Coletor Comum Região Ativa Curvas de saída Região de Corte Região de Saturação Especificações de um transistor A configuração de um transistor Emissor comum Na configuração do emissor comum, a base é o terminal de entrada, o coletor é o terminal de saída e o emissor é o terminal comum para entrada e saída. O sinal de entrada é aplicado entre a base e o emissor, enquanto a saída é tomada entre o coletor e o emissor, conforme mostrado. Este tipo de configuração é o circuito mais comumente utilizado para amplificadores baseados em transistores. Esta configuração é a mais amplamente usada. A tensão de alimentação entre a base e o emissor é denotada por VBE enquanto a tensão de alimentação entre o coletor e o emissor é denotada por VCE . O amplificador emissor comum possui níveis médios de impedância de entrada e saída. Desta forma, o ganho de corrente e o ganho de tensão do amplificador emissor comum são médios, no entanto, o ganho de energia é alto. A configuração do amplificador emissor comum produz o maior ganho de corrente e potência de todas as três configurações de transistor bipolar. Os amplificadores de emissor comum (EC) são usados quando um grande ganho de corrente é necessário. Conf. Emissor Comum A configuração de um transistor Coletor comum Nesta configuração, o terminal base do transistor serve como entrada, o terminal emissor é a saída e o terminal coletor é comum tanto para entrada quanto para saída. Portanto, ele é chamado de configuração de coletor comum. A entrada é aplicada entre a base e o coletor enquanto a saída é obtida do emissor e coletor. Este tipo de configuração é comumente conhecido como um circuito seguidor de tensão ou seguidor de emissor. A tensão de alimentação de entrada entre a base e o coletor é indicado por VBC enquanto a tensão de saída entre o emissor e o coletor é indicado por VCE . O amplificador coletor comum possui alta impedância de entrada e baixa impedância de saída. Tem baixo ganho de tensão e alto ganho de corrente. Conf. Coletor Comum Resumo das configurações de transistor bipolar A tabela a seguir apresenta as diversas caraterísticas de funcionamento de Transistores, de acordo com cada configuração usada: Topo
- Eletrónica Digital - Conceitos | SABER 360°
O que é Eletrônica Digital? A eletrônica se divide basicamente em duas partes: Eletrônica Digital, Eletrônica Analógica A Eletrônica Digital “trabalha” com o sinal eletrônico digital. A Eletrônica Analógica "trabalha" com sinais eletrônicos analógicos. Mas qual é a diferença entre as “duas eletrônicas”? Para responder a isso, vamos fazer uma analogia simples, com exemplos. Eletrônica Digital - Sin al Digital - Imagine uma lâmpada (poderia ser um Led). Só há 2 possibilidades: ou está acesa ou apagada. Ela não pode estar meio-acesa ou meio apagada (figura 1) Como interpretar isso, do ponto de vista do S inal Eletrônico Digital ? Se a lâmpada está acesa (dizemos que está ligada / ON / ou “1 ” ou "nível 1 ", mais à frente você entenderá estes termos), isso ocorre porque há uma corrente elétrica que passa pelo fio, e acende a lâmpada. Se não houver corrente elétrica a lâmpada está apagada (dizemos que está desligada / OFF / ou “0 ” ou "nível 0 "). Resumindo : O sinal digital só tem 2 possibilidades, que chamamos de “ON" / "1"/ Nível 1 ou OFF” / “0" / Nível 0. Eletrônica Analógica - Sinal Analógico O sinal analógico (figura 2), diferentemente do digital, varia o tempo todo, e não somente em duas posições. Quase tudo varia continuamente, a temperatura, a nossa voz, uma porta que, entre as posições aberta e fechada tem uma infinidade de posições entre elas. Resumindo - no sinal digital há somente 2 possibilidades, no analógico, infinitas possibilidades, como mostra a figura 2. Álgebra Booleana Conceito s Básicos Módulo 1.1 Eletrônica Digital Conceitos Básicos - Módulo 1.1 Introdução - Módulo 1.0 - Tipos de Sinais eletrônicos - Sistemas de numeração - Sistema de numeração Binário - Operações aritméticas no Sistema Binário - Bit e Bytes Álgebra Booleana (Módulo 1.2) Portas Lógicas (Módulo 1.3) Lógica Combinacional (Módulo 2) Lógica Sequencial (Módulo 3) Definição de Eletrônica Digital , É a área da Eletrônica que lida com sinais digitais, portanto "0" e "1" (Nível 0 / Nível 1). Além disso, componentes eletrônicos digitais específicos, são projetados para trabalhar com a Eletrônica Digital. Os Sinais digitais se apresentam em 2 níveis, designados de: "nível 0" ou simplesmente "0" (às vezes chamamos de nível baixo), ou "nível 1" ou simplesmente "1", ou nível alto Na figura 1 é mostrado a forma de onda de um sinal digital, e como pode ser visto, ou o sinal está na parte superior (nível "1") ou na parte inferior (nível 0) A maior parte dos sinais eletrônicos "dentro" de um computador, celular, TV, etc., são Sinais Digitais. Caso use um osciloscópio , para ver as formas de ondas, elas serão parecidas com as da figura 2 (sinal digital). Estes equipamentos (Computador, celular, etc.), usam normalmente componentes eletrônicos específicos, chamados de Circuitos Integrados digitais, ou simplesmente (CI's ) Nos Módulos 2 e 3, veremos como funcionam os blocos que constituem os CI's, Mas antes, é necessário aprender alguns conceitos básicos, que são fundamentais, para compreender a Eletrônica Digital. Tipos de Sinais Eletrônicos Tipos de Sinais Eletrônicos Sinal é qualquer quantidade física (por exemplo, temperatura) que muda ao longo do tempo. Sinal elétrico é uma quantidade elétrica (por exemplo, tensão, corrente, potência) que varia com o tempo. Sinal analógico é um sinal que pode assumir qualquer valor dentro de certos limites. Sinal digital é um sinal que pode assumir apenas dois valores "nível 0" ou "nível 1" . Níveis de tensão para sinal digital lógico (ver figura 3, representado pela amplitude na figura 1) Tanto o "nível 0" quanto o "nível 1", não podem ter um valor qualquer de tensão, mas dentro de uma faixa: Nível “0” - Os valores de tensão variam de 0 volts a 0,8 volts Nível "1" - Os valores de tensão variam de 1,2 volts a 5 volts. . O valor para o nível lógico "1", depende da família (tipo) do componente, por exemplo: TTL (5 V) / CMOS (de 3 a 5 V) / LVCMOS (de 1,2 a 3,3 V) (não se preocupe com essas siglas, as veremos posteriormente ) E porque o nível "0", por exemplo, não é um valor fixo? Isso ocorre porque todo o sinal (seja digital ou analógico), apresenta ruído que traz consigo uma série de problemas. Então, para contornar o problema do ruído, o valor de tensão do sinal pode variar numa faixa (no caso de 0 a 0,8 V), para o nível "0". Assim, mesmo que haja ruído, ela fica dentro desse intervalo e é considerado "nível 0" Sistemas de Numeração Como vimos só existem dois valores para sinais digitais: 0 e 1. A estas duas possibilidades (0 e 1), é associado um Sistema de Numeração Binário, então para números maiores (2 por exemplo), é necessário repetir símbolo(s) anteriores: 0 e/ou 1. Para entendermos melhor, vamos começar com um sistema que todos conhecemos: Sistema Decimal Sistemas de Numeração Decimal Desde o início da história da humanidade, contar, saber expressar quantas unidades, coisas desse tipo, foi algo primordial. Por isso, ao longo do tempo, muitos sistemas de numeração surgiram, foram usados durante algum tempo, porém, outros sistemas mais abrangentes e melhores, iam substituindo os antigos. De todos, o Sistema Decimal, foi o melhor e mais apropriado, e por isso 1500 anos depois de seu aparecimento, ainda reina absoluto. Números e Símbolos Um número é algo que representa uma quantidade. Essa é uma noção, que todos aprendemos desde muito novos. Porém, há a possibilidade de representar uma determinada quantidade de maneiras diferentes, dependendo do sistema de numeração. Por exemplo, 1822 pode ser escrito como: MLCCCXXII em algarismos romanos. Sistemas de Numeração Símbolos - Símbolos são representações gráficas de um sistema, seja de numeração seja de escrita. O sistema Decimal tem 10 símbolos (também chamados de algarismos): 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9 . A partir do algarismo 9, temos que repetir os o utros algarismo para formar novos números. O sistema de numeração decimal, é um sistema posicional , ou seja a posição de um algarismo, modifica o seu valor. No número 121, o primeiro "1", representa a posição de 100 unidades, já o segundo "1", tão somente uma unidade. O sistema decimal é perfeito para nós humanos, mas será o mesmo para os computadores? Sistemas de Numeração Biná rio Como vimos, em eletrônica digital temos somente dois valores, então ele forma um sistema binário com dois algarismos: 0 e 1 . Da mesma forma, o sistema binário também é posicional. Pela tabela, parece confuso usarmos números do tipo "1011.."quando poderíamos usar o sistema decimal, mais fácil pra nós. Mas isso não é verdade para os computadores. A principal razão pela qual o sistema de numeração binária é usado em computadores eletrônicos modernos é a facilidade de representar dois estados (0 e 1, chamados bits) eletronicamente. Com componentes eletrônicos relativamente simples, podemos realizar diversas funções, usando Lógica Binária, representando cada bit, por um circuito que está ligado (com corrente) ou desligado (sem corrente). Conversão de Sistema Binário para Decimal Antigamente, tínhamos que aprender a converter sistemas numéricos em outros, porque não havia outro jeito. Atualmente, existem na Internet, centenas de aplicativos que fazem isso de maneira rápida. O próprio Windows tem um aplicativo de Calculadora que faz essa conversão. Portanto não vamos nos preocupar com isso. Sistema Numeração Binário Sistema de Numeração Hexadecimal Como vimos, o sistema binário é perfeito para utilização em computadores (na verdade, a maior partes dos equipamentos eletrônicos usam a lógica binária), porém os números binários são difíceis de manusear. Assim, desde o início da utilização do sistema binário, foram criados outros sistemas, visando a facilidade de manuseio, pois trabalhar com muitos "zeros e uns" é uma tarefa árdua. O sistema Hexadecimal foi um deles e se tornou o principal. O sistema Hexadecimal usa 16 símbolos ou caracteres: 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,A,B,C,D,E,F. Este sistema os caracteres também são posicionais. Para se ter uma ideia da simplificação, o número "1111" em binário, é r epresentado por "F" em hexadecimal Obse rvação; Um sistema chamado Octal (8 caracteres) também foi usado, mas não tanto quanto o hexadecimal. Não o descreveremos aqui, porém há bastantes informações a respeito na Internet Conversão entre Sistemas Binário - Decimal - Hexadecimal - Octal Usaremos aqui, os mesmos argumentos, mencionados acima. Procure na Internet, aplicativos ou Calculadoras, que fazem isso de maneira simples, rápido e efetiva. Operações Sistma Binário Operações no Sistema Binário É possível executar as operações básicas - Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão - no Sistema Binário. Por ser um assunto mais técnico e fugir do escopo deste artigo, mostraremos somente uma Tabela com essas operações aritméticas, sem nos aprofundarmos. Na Internet é possível se obter muitas informações e até exemplos a respeito, caso o leitor queira. Bit e Bytes Um dos conceitos mais fundamentais e importantes, em eletrônica e computação, são os termos Bit e Bytes Mas o que é um Bit? O Bit , representa aquele "0 ou 1", visto lá no início deste capítulo, mas na verdade ele é muito mais do que isso "o bit é a menor unidade de informação digital ". De fato, a menor informação possível de transmitir ou armazenar, é um bit O bit é representado pela letra b minúscula A palavra bit vem do inglês "b ynary digit ", que significa "dígito binário". Por exemplo, o número binário "1101" tem 4 bits. Byte - Um Byte é um conjunto de 8 bits , e é representado pela letra B maiúscula. Vamos tentar fazer uma analogia bem básica mas prática, para entender melhor: Imagine uma lâmpada e um fio ligado a ela (esqueçamos que a lâmpada precisa de 2 fios). Se não passa corrente - apagada "bit 0". Se passa corrente - acesa "bit 1" Agora imagine outro cenário - 8 fios - 8 lâmpadas, acesas e/ou apagadas. Muito mais informação - 8 bits (1 Byte) de "0" e/ou "1", no mesmo período de tempo. Bits e Bytes Mas resta uma pergunta, porquê o Byte tem 8 bits (e não 6 ou 10, por exemplo) ? A resposta é a seguinte: com 8 bits há 256 possibilidades (de 0000.0000 até 1111.1111). Esta quantidade (256 em decimal) é suficiente para escrever todas as letras, números, acentos e alguns símbolos, o que era tudo o que se precisava, lá nos primórdios dos computadores, época em que os computadores não tinham imagens (dava pra fazer umas imagens bem toscas, mas....). Então 6 bits (64 em decimal) é insuficiente, e, 10 bits (1024 em decimal) é muito mais do que o necessário. Como os bits "transitam" dentro de um computador? Se os bits andassem um atrás do outro (em eletrônica, chamamos isso de comunicação serial), demoraria uma muito, para fazer qualquer coisa, por isso eles andam em grupos de 8 bits =1 Byte (hoje a comunicação interna pode se dar em 16, 32, ou mesmo em 64 bits). A figura 4 é uma analogia bem simples do que acontece, quando pressionamos a tecla "letra A" em um teclado. Primeiro, cada letra, acento, etc., é codificada em "0s" e "1s", na forma de 8 bits, de acordo com uma Tabela chamada ASCII. Então, na forma de 1 Byte de cada vez, essas informações entram no computador e são identificadas. Finalmente elas são processadas e, enviadas à tela de vídeo, para que possamos ver o que estamos fazendo. Observação : Em muitos casos, é necessária a comunicação serial (a informação é bit a bit), porém, "dentro" dos computadores e celulares, a comunicação é, essencialmente paralela (conjunto de vários bits) Como exercício: Se o seu computador ou celular tem 8 GBytes de memória, quantos bits ele tem de memória? Quer ajuda, clique aqui
- Latches | SABER 360°
Latches Latch é um circuito eletrônico sequencial, que é usado para armazenamento temporário de informações binárias. Funcionam como memórias temporárias. O funcionamento típico do Latch (“Trava” em português), é armazenar e manter um bit de informação (na saída), até que sua entrada seja alterada por novos sinais (novos bits). A saída de um latch depende de suas entradas atuais e anteriores, e seu estado pode mudar, quando a entrada muda. São blocos de construção fundamentais, usados em computadores, sistemas de comunicações, e em muitos outros tipos de sistemas eletrônicos digitais. Latches são construídos com Portas Lógicas, com 2 entradas (que atuam como Set e Reset) e duas saídas, sendo qualquer uma delas, o complemento da outra, como mostrado na figura1. Latches - M ódulo 3.1 Eletrôni ca Digital - Circuitos Sequenciais Conceitos (Elet. Digital) - Módulo 1 Circuitos Combinacionais - Modulo 2 Crcuitos Seq. Introdução - Módulo 3.0 Latches - Módulo 3.1 Latches - definição Tipos de Latche Latch SR Latch D Latch D Gated Latch JK Registradores - Módulo3.4 Contadores Módulo 3.3 Flip-Flops - Modulo 3.2 Tipos de Latches: Há vários tipos de Latches, cujos projetos atendem a necessidades diferentes. Veremos em detalhes alguns deles. Latch SR Latch D Latch D Gated (Trava D Fechada) Latch JK Importante – Os Latches são implementados usando portas Portas AND, NAND, OR, NOR ou NOT (como na figura 2 - neste caso somente portas NOR), ou com outro rearranjo de portas, sem que isso altere a função dos mesmos. Latch SR (Set-Reset) O Latch SR é constituído por: - 2 Entradas S (Set) e R (Reset ) - 2 Saídas Q e Q’ (onde Q’ é o complemento de Q) - O Latch SR, é formado por 2 portas NOR (também se pode usar portas NAND), com uma conexão em Loop cruzado como mostra a figura 2. A figura 2 mostra também Tabela Verdade, para este tipo de Latch (SR) Latch SR Entendendo como funciona o Latch SR No exemplo da figura 2, para (S=0 e R=1) (linha amarela). Na Tabela verdade da Porta Lógica NOR (ver aqui), basta que uma das entradas seja “1”, para que a saída seja “0”, o que é o nosso caso. Então, obrigatoriamente Q=0. Logo teremos (na 2ª porta NOR), S=0 e Q=0, então Q’ =1, como mostra a Tabela Verdade. Nem poderia ser diferentes, pois Q e Q’ são complementares. Se S=0 e R=0, os valores da saída ficarão “travados” no valor precedente, conforme a tabela. Se S=1 e R=1, as saídas, apresentarão valores indefinidos, pois com: R=1 então Q=0 e como S=1 então Q’=0 e Q e Q’ não podem ser “0” ao mesmo tempo (como mostrado na Tabela as saídas serão inválidas). Latch D O Latch SR quando as duas entradas (S e R) estão em nível alto (1), as saídas apresentam uma indefinição como visto acima(figura 2), são portanto, estados entrada inaceitáveis. O Latch D, resolve esse problema, invertendo-se uma das entradas como mostra a figura 3. Neste caso S e R dão lugar a D (dados). Como as duas entradas estão invertidas, não há possibilidade de estados indefinidos ou travados. A Tabela Verdade, é mostrada à direita da figura 3 Latch D Latch D Gated O Latch D Gated (Latch D Fechado), é usado quando, se requer que as condições dos estados de saída dependem dos sinais de uma entrada habilitadora (Enable). O Latch D Gated é constituído por: - 2 Entradas D (Dados) e E (Enable – habilitador) - 2 Saídas Q e Q’ (onde Q’ é o complemento de Q) - O Latch SR, é formado por 2 portas NOR, 2 portas AND e um NOT como mostra a figura 4. O diagrama com as portas é mostrado na figura 4. Duas portas AND foram adicionadas em relação à figura 2. Além da entrada D (Dados), há uma segunda entrada (Enable – habilitar). A Tabela Verdade mostra as saídas Q e Q’ em função dos Dados (D) e da entrada habilitadora (E) Latch D Gated Latch JK No Latch JK a saída realimenta (Feedback em inglês) a entrada , como vemos na figura 5. O Latch JK é equivalente ao Latch RS, embora, os diagramas de Portas Lógicas (figura 2 e 5) sejam diferentes. O Latch JK é constituído por: - 2 Entradas J e K - 2 Saídas Q e Q’ (onde Q’ é o complemento de Q) - O Latch SR, é formado por 2 portas NOR, 2 portas AND, ver figura 6. O Latch JK permite que, quando ambas as entradas J e K são ALTAS, os estados de saída serão alternados (toggle), acabando com o estado “indefinido”, do Latch SR, como mostra a figura 2. Isso se deve à retroalimentação (feedback) da saída na entrada. Latch JK Vantagens dos Latches Os Latches diferente dos Flip-Flop, não usam sinal de clock, por isso são mais rápidos, e preferidos quando é necessário velocidades altas São flexíveis e consomem menos energia. São fáceis de implementar usando portas lógicas básicas Desvantagens dos Latches Como a entrada é sensível ao nível (alto, baixo), pode-se tornar mais instável e isso pode afetar o circuito eletrônico, em função de erro ou instabilidade no processo do sinal. Por não usarem clock, podem se tornar imprevisíveis
- R.Variável Reostato, Varistor | SABER 360°
Reostato O reostato é um resistor variável. Eles têm funcionamento, similar aos potenciômetros. A resistência de reostato é, normalmente, um fio enrolado. Com dois terminais (mesmo com três, só se usam dois), sendo um deles a extremidade do fio enrolado, e a outra, ligada ao cursor deslizante, figura 7. O reostato é usado para controlar o fluxo da corrente através dele. Uma diferença fundamental, em relação ao potenciômetro, é que o reostato, é feito para suportar correntes mais altas. Assim dependendo da corrente que ele suporta, o reostato poderá ter dimensões bem grandes. Tipos de reostato Os reostatos são classificados em três tipos: tipo linear, tipo rotativo e reostatos de valor predefinido Tipo Linear Usam uma pista linear resistiva, onde o terminal deslizante pode se mover suavemente sobre essa pista. Ele tem dois terminais fixos de entrada, mas se usa apenas um deles, enquanto na outra ligação, usa-se o o outro terminal (ligado ao cursor deslizante), como mostrado na figura 8. Eles são frequentemente usados em aplicações de laboratório. Tipo Rotativo Como o nome sugere, ele possui uma pista resistiva rotativa (figura 7) que é frequentemente empregada em aplicações de energia. Esses tipos podem ser projetados com um eixo onde o cursor deslizante é colocado. Reostato e Varistor - Módulo 3.7 Resitores Variáveis Resistores - Fixos Tabela de Cores - Módulo 3.2 Conceitos Básicos - Módulo 3.1 Valores Comerciais - Módulo 3.3 Materiais de Resistores - Módulo 3.4 Resistores - Variáveis Conceitos Básicos - Módulo 3.5 Potenciômetro e Trimpot - Módulo 3.6 Reostato e Varistor - Módulo 3.7 Potenciômetro Digital e Fotoresistor Definição Reostato Tipos de Reostato Varistor Termistores NTC e TPC - Módulo 3.9 Resistores SMD - Módulo 3.10 Associação de Resitores - Módulo 3.11 Conclusão Potenciômetros, Tripots e Reostatos, são componentes similares, com aplicações idem. No entanto, cabe ao projetista, escolher o tipo de resistor variável, que atenda às especificações e necessidades de seu projeto, e, ao técnico, substitui-lo por outro equivalente. Tipo Valor Fixo (Predefinido) Neste caso, o reostato tem função similar ao Trimpot. Em um equipamento, no qual seja necessário usar um reostato, com valor de resistência predefinido (normalmente resultado de uma calibração), usa-se o reostato. Após o equipamento sair de fábrica, normalmente não precisa mais de ajustes. Topo Varistor Varistores Varistor, é um componente eletrônico (semicondutor), no qual a resistência, varia de acordo com o valor da tensão aplicada. A principal característica de varistor é, diminuir a resistência quando há um aumento do valor da tensão. Os varistores também são conhecidos como VDR (sigla em inglês para “Resistor dependente de Voltagem”). Embora possa ser encontrado em vários tipos e formas, o mais utilizado em circuitos eletrônicos, é o varistor de óxido metálico MOV em inglês). Em altas tensões, são utilizados materiais diversos, como óxido de zinco. Na figura 9, são mostrados alguns tipos de varistores. Como funciona um Varistor? O varistor (diferente de um resistor variável, que varia resistência de forma contínua), só atua (entra em funcionamento) quando há um pico de tensão (transiente). Em funcionamento normal (figura 10), o varistor apresenta uma grande resistência, desta forma, a tensão de entrada, alimenta o circuito eletrônico, no entanto, quando há um pico de tensão ou sobrecarga, a corrente elétrica excessiva, é desviada, passando através do varistor, evitando que o transiente, com seu valor elevado, danifique o circuito eletrônico. Embora haja um fusível na entrada, que pretensamente deveria abrir, isso normalmente não ocorre, pois o tempo para que ele abra e, interrompa o circuito, é muito maior que o tempo de ação do varistor, assim, se o transiente for muito rápido (da ordem de poucos milissegundos), o fusível, provavelmente não abrirá a tempo, danificando o circuito, daí a necessidade do varistor. Aplicações de Varistores Em função de sua característica principal, são usados em qualquer equipamento eletrônico (ou situação), em que seja necessário eliminar variações bruscas (surtos) de tensão na entrada. Fontes de alimentação usam, quase sempre varistores, permitindo desta forma, entregar uma “tensão limpa” para o resto do equipamento. São usados também, em circuitos de alta tensão, como redes elétricas de energia, em circuitos com para raios, etc. Topo
- Telescópio Parte 2 | SABER 360°
Guia Simples para escolher seu primeiro Telescópio Telescópios Refratores (parte 2) Resumo Este guia, dividido em três partes, foi criado para te ajudar a escolher o telescópio ideal. Parte 1 , apresentamos os conceitos básicos sobre telescópios e demos dicas de como iniciar suas observações celestes. Parte 2 , vamos nos aprofundar nos telescópios refratores, explicando seus princípios de funcionamento, vantagens e desvantagens. Parte 3 , você conhecerá os telescópios refletores, também chamados de catadióptricos. Esse termo abrange diversos tipos de telescópios, como os Maksutov-Cassegrain e Schmidt-Cassegrain." Telescópios Refratores Se você já observou uma paisagem distante através de uma luneta ou binóculos, então já experimentou o princípio básico de um telescópio refrator. Esse tipo de telescópio foi um dos primeiros a serem inventados e continua sendo uma excelente ferramenta para explorar o céu. Vamos entender como ele funciona e por que é tão interessante para quem está começando na astronomia. O modelo mais famoso é o telescópio de Newton, criado por Isaac Newton no século XVII. Ele possui um espelho primário côncavo que reflete a luz para um espelho secundário plano, redirecionando a imagem para a ocular (onde se olha). Réplica do primeiro telescópio refletor de Newton feito em 1668 e agora em posse da Royal Society of London. Telescópios Refratores: Principio de funcionamento Todos os telescópios refratores compartilham um princípio fundamental, um conjunto de lentes que captura a luz do cosmos e a entrega aos nossos olhos. No telescópio Refrator, a luz das estrelas entra por uma lente chamada "Objetiva ou Principal ", que concentra os raios luminosos em ponto chamado "Foco ". A segunda lente a " Ocular", é a última peça desse quebra-cabeça óptico. Ambas, trabalham em conjunto para realizar um feito extraordinário: coletar mais luz do que o olho humano jamais poderia, e focá-la com precisão milimétrica em um local "Ponto Focal ou Foco ", apresentando uma imagem virtual que é mais brilhante, mais nítida e e ainda é ampliada. Observação: A palavra "refrator" vem de refração, que é o fenômeno de desvio da luz ao passar de um meio (ar), para outro (lente de vidro). Figura representando o percurso dos raios luminosos através de uma lente, concentrando esses raios em um ponto (Foco). A Distância Focal, depende da curvatura da lente O Poder da Refração: Desvendando os detalhes do Telescópio Refrator A Lente Objetiva: O Portal para o céu A lente objetiva, com sua curvatura precisa, refrata a luz que viaja trilhões de quilômetros, forçando os raios de luz paralelos, vindos de objetos distantes, a convergirem em um ponto focal. É nesse ponto mágico que a imagem começa a tomar forma. Os raios não paralelos, por sua vez, convergem em um plano focal, criando uma imagem real, invertida e reduzida. Mas essa imagem, por si só, não é suficiente para revelar os segredos do universo. A Lente Ocular: Ampliando o "céu" É aqui que a lente ocular entra em cena, transformando a imagem real em uma visão ampliada, clara e límpida. Se a imagem formada pela objetiva for posicionada exatamente no ponto focal da ocular, a imagem final se projetará no infinito, revelando detalhes que antes eram invisíveis. A ampliação resultante, permite que você explore as profundezas do espaço com uma clareza impressionante. Esquema e Diagrama de Raios: Uma Jornada Visual Para compreender completamente o princípio do telescópio refrator, visualize o esquema e o diagrama de raios. Os raios de luz paralelos, vindos da lente objetiva, convergem no ponto focal, onde a imagem é formada. Essa imagem, então, é ajustada para coincidir com o ponto focal da ocular, resultando em uma imagem final ampliada e aprimorada. As distâncias focais da objetiva e da ocular, são cruciais para determinar a ampliação e o desempenho do telescópio. Quanto maior a lente objetiva mais luz é captada, melhorano e ampliando a imagem. Telescópio Refrator Aplicações e Vantagens: Telescópios refratores são ideais para observações planetárias e lunares, devido ao alto contraste e nitidez das imagens. São excelentes para observações terrestres, como birdwatching e espionagem, pois produzem imagens verticais e detalhadas. A construção selada do tubo óptico reduz a necessidade de manutenção e protege as lentes da poeira e umidade. Desvantagens: A aberração cromática, que é a dispersão da luz em suas cores constituintes, pode gerar halos coloridos ao redor dos objetos observados. Telescópios refratores apocromáticos corrigem essa aberração, mas são mais caros. Telescópios refratores com grandes aberturas tendem a ser mais longos e pesados, o que pode dificultar o transporte e a montagem. Dicas e resumo: Um telescópio refrator básico é uma excelente escolha para quem deseja iniciar sua jornada na astronomia. Com ele, é possível explorar detalhes fascinantes da Lua, dos planetas do Sistema Solar e de outros objetos celestes. Os telescópios refratores se destacam pelo design simples e eficiente, sendo ideais para iniciantes. Diferente dos refletores, não exigem ajustes frequentes, como a colimação das lentes, e possuem um tubo fechado que protege as superfícies internas contra poeira e sujeira. Isso reduz a necessidade de manutenção e permite mais tempo de observação. Optar por um refrator com abertura entre 70 mm e 120 mm garante um instrumento leve, portátil e fácil de armazenar. Ele pode ser utilizado tanto em uma varanda quanto em locais mais escuros, longe da poluição luminosa. Essa praticidade também faz dos refratores uma excelente opção para crianças e jovens entusiastas da astronomia. Combinando facilidade de uso, portabilidade e baixa manutenção, os telescópios refratores são companheiros ideais para quem está começando a explorar o céu. Se você busca um instrumento confiável e acessível para suas primeiras observações astronômicas, um refrator é uma escolha certeira! 📌 Importante: Antes de adquirir seu telescópio, confira as dicas da Parte 1 deste guia. Next Parte 1 - Como funciona um Telescópio? Tipos básicos de Telescópios Parte 3 - Telescópio Refletores Next Up
- Transformadores | SABER 360°
Transformadores O transformador, utiliza as mesmas propriedades básicas – indução eletromagnética -de um indutor. Na sua construção, usam-se dois enrolamentos (pode ser mais), que envolvem um núcleo fechado e comum, a esses dois enrolamentos, como mostrado na figura 12. Como funciona um transformador Como vimos anteriormente, uma corrente elétrica variável, produz um campo magnético variável, chamado de indução eletromagnética. Neste caso, a indução eletromagnética gerada pelas bobinas é mútua, na qual uma bobina de fio, induz magneticamente uma tensão na outra bobina. Os transformadores têm a propriedade de transformarem (daí a palavra transformador) uma tensão da bobina (ou enrolamento) primária, em outra tensão de valor diferente, na bobina secundária, conforme figura 12. Repare que os enrolamentos são independentes, não se tocam. Os transformadores são capazes de aumentar ou diminuir os níveis de tensão e corrente de sua alimentação. Basicamente transformam um valor de tensão de entrada, em outro valor diferente na saída. A tensão de entrada é Vi e a de saída Vo . A corrente é indicada por i . A representação esquemática, é mostrada à direita na figura. Indutores - Módulo 5.2 Transformadores E Conceitos básicos - Módulo 5.0 Especificações de Indutores - Módulo 5.1 Transformadores - Módulo 5.2 O que é um transformador Como funciona um transformador Calculo da tensão de saída Especificações de um transformador Alto-falantes Indíce do conteúdo dos Indutores Calculo Tensão Trafo Como calcular a tensão de saída em um transformador? Vimos que a tensão de saída em transformador, é diferente da tensão de entrada, mas, qual o motivo para isso? A resposta está no número de espiras, que cada enrolamento tem, associados ao valor de tensão. Na figura 13 o primário tem 50 espiras e o secundário 10 espiras, formando uma relação de 50:10 ou mais corretamente 5:1 Essa relação de 5 para 1, permite que os 600 volts do primário, se transformem em 120 volts no secundário. Mas, há mais um detalhe. Lembra da fórmula “P=VxI” onde P é potência, V tensão e Corrente, então, se a tensão diminui em um fator de 5 vezes, a corrente por sua vez será 5 vezes maior no secundário. Especificações de um Transformador Para se utilizar ou substituir um transformador, é necessário saber as especificações do mesmo. No transformador vem identificado o primário (com o valor de tensão e corrente permitidos) e, o secundário com as tensões e correntes na saída, como mostrado na figura 14. Este transformador possui uma entrada, 230 VAC (I/P Input Power) e duas saídas, 15V e 12V (O/P Output Power), com especificação das cores correspondente. Ainda para este transformador, a frequência é para 50 Hz, portanto não serviria aqui, pois a nossa frequência é de 60Hz Tamanhos dos transformadores Os transformadores podem ser pequenos, e encontrados, por exemplo, aparelhos de som, fontes de notebook, computadores, etc, (figura 15), até os muito grandes (figura 16), usados pelas companhias de eletricidade, seja em hidrelétricas, em subestações, ou na rua, onde normalmente ficam pendurados em postes. Topo
- Eletrônica Analógica | SABER 360°
CURSO de ELETRÔNICA ANALÓGICA O curso de Eletrônica Analógica, foi escrito especificamente para aqueles que têm, pouco ou nenhum conhecimento no campo da eletrônica analógica. Como nos demais cursos, só precisa saber o básico de matemática (SEM cálculo, álgebra ou qualquer fórmula complexa), para continuar aprendendo. O conteúdo: será mostrado de maneira simples, acessível e, com muitas ilustrações, algumas delas com movimento. V ocê pode ac essar qualquer part e do curso de duas maneiras: - Clicando no tópico de seu interesse, por exemplo, Resistores , Lei de OHM, ou, - C omo se fosse um livro, indo desde o inicio até o fim, capítulo após capítulo (ou módulo após módulo) de form a sequencial de aprendizado ( clique aqui , para acessar todo o conteúdo do curso ) . Se você sempre quis saber como func iona o mundo da eletrônica , aqui, é um bom começo Eletrônica Analógica (apresentação) Descrição do curso e Módulos Conceitos básicos (Módulo 1 e 2) Comp. eletrônicos Passivos (Módulo 3, 4 e 5) Semicondutores (Módulo 6 a 9) Curso Eletr. - Diagrama em Blocos Curso Eletrônica - como acessar Indice geral - Curso Eletrônica Eletrônica Analógica – Partes principais Para facilitar o aprendizado, dividiremos este curso de Eletrônica Analógica em 3 Módulos: Conceitos Bási cos Introdução à Eletr ônica - Módulo 1 Circuitos Eletrônicos - Módulo 2 C omp onentes eletrônicos Passivos Resistores - Mód ulo 3 Capacitores - Mód ulo 4 Indutores - Mód ulo 5 Semicondutores - Módulo 6 Di odos - Módulo 7 Transistores Bipolares - Módulo 8 Transistores FET - Módulo 9 Introdução á Eletrônica (Módulo 1) Átomos Tensão elétrica Corrente elétrica Tensão e Corrente AC e DC Resistência elétrica Lei de Ohm Potência e Energia Saiba mais... Saiba mais... Circuitos Eletrônicos (Módulo 2) Circuitos eletrônicos simples Circuitos eletrônicos em série Circuitos eletrônicos em paralelo Circuitos eletrônicos em série e paralelo Proteção e controle em circuitos eletrônicos Resistores - (Módulo 3) Conceitos Básicos Códigos de cores para resistor Valores Comerciais para resistores Resistores Variáveis Resistores SMD Saiba mais... Capacitores - (Módulo 4 ) Conceitos Básicos Tipos de Capacitor Como identificar valores de capacitores Código de cores de Capacitores Capacitores SMD Saiba mais... Blocos Indutores - ( Módulo 5 ) Conceitos Básicos Indutância e simbolo Como identificar valores de indutores Transformadores Especificações dos Transformadores Saiba mais... Semicondutores (Módulo 6) Conceitos Básicos Condutores Isolantes e Semicondutores Semicondutor Tipo N Semicondutor Tipo P Saiba mais... Diodos - ( Módulo 7 ) Conceitos Básicos Junções Tipo N Tipo P Diodo em tensão contínua, direta e inversamente polarizado Curva característica do diodo Diodo em tensão contínua, direta e inversamente polarizado Saiba mais... Transistores - (Módulo 8) Conceitos Básicos Polarização de um transistor Configurações básicas Regiões funcionamento transistor Curvas características Região de Corte Saturação e ativa Saiba mais... Índice completo do Curso de Eletrônica Analógica Topo Indice Inicial Como acessar o Curso de Eletrônica Analógica? Por ser um curso de aprendizado e pesquisa, foi pensado, para ser acessado de duas possíveis maneiras diferentes: Como um curso de aprendizado em Eletrônica básica (ou, como se fosse um livro) Neste caso, você pode imaginar o Conteúdo principal (como por exemplo: "Introdução à Eletrônica", "Circuitos Eletrônicos", "Resistores", etc.) como Módulos ou Capítulos , e o conteúdo abaixo de cada módulo ("Átomos", "Tensão Elétrica" por exemplo), como Tópicos desses Capítulos, assim como se fosse um livro. Comece pelo Módulo1, depois o Módulo 2, e assim sucessivamente de forma sequencial, para um aprendizado constante e progressivo. Acesso a qualquer conteúdo , independente do capítulo ou tópico, basta clicar em qualquer conteúdo (que esteja linkado) de qualquer lugar, que você irá acessar imediatamente, as informações a respeito desse assunto que foi clicado. Por exemplo, clique em "lei de Ohm ", e você terá acesso a todo o conteúdo. a respeito. Além disso, em muitas seções poderá haver links, que permitem, se forem clicados, que você acesse outras páginas, em qualquer local do curso. Esses links, permitem um acesso mais específico ou avançado, a respeito desse conteúdo Ao longo do tempo, o conteúdo do curso será acrescido de novos tópicos, novas seções além de novos cursos. Topo Indice do Crso Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Introdução à eletrônica Átomos Estrutura do átomo Elétrons e Prótons Tipos de Materiais carga elétrica Tensão elétrica Diferença de potencial Definição de Volt Tensões AC e DC Corrente elétrica Definição Unidades de corrente Sentido da corrente Tensão e corrente AC e DC Formas de onda Correntes e tensões contínuas Correntes e tensões alternadas Resistência elétrica Resistência Resistor Lei de OHM Lei de OHM Diagrama de OHM Potência e Energia Definição de potência Energia dissipada Circuitos eletrônicos Circuitos eletrônicos simples Circuitos eletrônicos em Série Circuitos eletrônicos em Paralelo Circuitos eletrônicos em Série e Paralelo Proteção em circuitos eletrônicos Resistores Fixos Conceitos básicos Resistor - Definição e símbolo Tipos de resistores e Código de cores Tabela de cores definição Tabela com 4,5 e 6 faixas Resistores com valores numéricos Valores Comerciais Definição Tabelas E192; E96; E48; E24; E12 e E6 Resistores Variáveis Conceitos básicos Definição Tipos de resistores variáveis Potenciômetro e Trimpot Potenciômetros Tipos de Potenciômetro TRIMPOT Reostato e Varistor Reostato Tipos de Reostato Varistor Potenciômetro Digital Como funciona o Potenciômetro digital Fotoresistor Como funciona o Fotoresistor Aplicações Termistores Termistor NTC e TPC Como funciona o termistor Materiais de Resistores Composição carbono Filme metálico Fio enrolado Resistores SMD Conceito Código SMD do resistor Código SMD para 3 dígitos Código SMD para 4 dígitos Código SMD EAI-96 Tabelas Topo Módulo 4 Módulo 5 Capacitores Conceitos básicos O que é um Capacitor Como funciona o capacitor Capacitância Símbolo Tipos de Capacitores Características dos capacitores Capacitores polarizados Capacitores de Filma Plástico Outros tipos de capacitores Capacitores SMD Códigos de capacitores SMD Eletrolíticos SMD Ligação de capacitores Capacitores em Paralelo Capacitores em Série Indutores Conceitos básicos O que é um Indutor Como funciona o Indutor Indutância Tipos e formatos de indutor Especificações de Indutores Como é gerada a indutância Especificações de indutores Como identificar valores dos indutores SMD Indutores com valores codificados Indutores com código de barras Transformadores O que é um transformador Como funciona um transformador Cálculo de tensão de saída Especificações de um transformador Alto-falantes Módulo 6 Semicondutores Conceitos básicos O que são condutores O que são isolantes Semicondutores Par Elétron-Buraco Adicionando impurezas Doping Semicondutor Tipo-N Semicondutor Tipo-P Topo M[odulo 7 Diodos Conceitos básicos O que é um diodo Junção NP Como é feito um diodo Símbolo Polaridade de um diodo Diodo em tensão contínua DC, diretamente polarizado Diodo em tensão contínua DC inversamente polarizado Curva característica do diodo de silício Diodo em tensão AC Retificadores com diodos Retificador de meia onda Retificador de onda completa Diodos de potência Diodo Zener Diodo LED Acoplador Ótico Módulo 8 Transistores Bipolares Conceitos básicos O que é um Transistor Transistor Bipolar Símbolo Polarização transistor NPN Polarização transistor PNP Configurações de transistores Configuração transistor bipolar Transistor Base Comum Transistor Emissor Comum Transistor Coletor Comum Regiões de um transistor Bipoar Região Ativa Curvas características de saída Região de Corte Região de Saturação Especificações de um transistor Módulo 9 Transistores Efeito de Campo - JFET - MOSFET (em breve) Topo
- Blog | SABER 360°
Inicio Astronomia Tecnologia 28 de set. de 2022 Bem vindo ao Blog do Saber 360 Mais aprendizado e conhecimento. O vídeo, mostra o que é chamado de "Pilares da Criação". É uma área repleta de gás e poeira, os ingredientes fundamentais para formação... 22 de jun. de 2023 Astronomia Como funciona um Telescópio? Telescópio Catadióptricos (parte 2) Na “Como funciona um Telescópio? Tipos básicos de Telescópios - (parte 1)", vimos como funcionam os Telescópios Refratores e Telescópios... 17 de jun. de 2023 Astronomia Como funciona um Telescópio? Tipos básicos de Telescópios (parte 1) Como funciona o telescópio. Tipos de Telescópio 19 de jan. de 2023 Tecnologia Dando “vida nova” a um computador ou notebook lento - use SSD Você tem um notebook com uns 5 ou 6 anos de uso, que anda se “arrastando” ultimamente. Pra dar Boot, leva uma eternidade, qualquer... 16 de jan. de 2023 Astronomia A luz mais distante no Universo A Galáxia mais afastada já observada O Telescópio Espacial James Webb, não para de surpreender a comunidade científica. Foi preciso só alguns dias (após o início oficial de... 22 de dez. de 2022 Tecnologia Computadores - uma breve história Até meados do século passado, não existiam computadores. Sabemos que atividades comuns como, previsão do tempo, gerenciamento de...